Xbox360: Divinity 2: Ego Draconis

8 07 2009

Em Divinity 2: Ego Draconis os jogadores serão novamente colocados na atormentada terra de Rivellon, um mundo cheio de magia fragmentada graças às terríveis guerras do passado. Uma paz efêmera reinou durante algum tempo, porém, tudo indica que o demônio está de volta, trazendo uma ameaça muito pior do que os gigantescos dragões.

Entre as várias novidades da seqüência de Divinity, existe uma que deve ajudar muito na hora de atravessar as longas distâncias da enorme Rivellon. Trata-se da capacidade do protagonista, um caçador de dragões, de se transformar na sua caça. Além de adicionar a ótima habilidade de voar, a nova habilidade ainda trata de adicionar vários novos elementos à trama — o que os seus companheiros vão dizer de um poder tão… paradoxal? E, para deixar a coisa ainda mais interessante, você ainda será capaz de ler mentes.

Rasantes de dragões à parte, uma das características mais largamente apregoadas de Ego Draconis é são sem dúvida as várias histórias que podem se desenvolver (direta e paralelamente) durante o título. Basicamente, duas pessoas diferentes poderiam jogar e desenvolver uma trama distinta em vários pontos, embora a real extensão disso ainda não tenha ficado muito clara. Presumivelmente — a julgar pelo título anterior —, vários finais devem estar disponíveis, cada um para um conjunto particular de ações.

Entre uma e outra missão de resolução inimaginável, você poderá acessar a “Battle Tower”, que funciona como uma espécie de base para o protagonista, onde será possível gastar pontos de experiência em diversas áreas (necromancia, alquimia, combate, etc.) além de comprar armas e armaduras. A torre também servirá como um depósito de espólios.

Desenvolvedor:Larian Studios
Distribuidor:DTP Entertainment
Gênero:RPG
Lançamento: setembro de 2009
Faixa etária:Inadequado para menores de 14 anos
Jogadores:
Suporte Online:Não
Aprendizado:
Acessórios:

Fonte de info: baixakijogos.com.br





Ps2: Mana Khemia 2: Fall of Alchemy

8 07 2009

Data de Lançamento: 25 de agosto
Mana Khemia 2: Fall of Alchemy é um RPG com vários elementos clássicos com uma história que, provavelmente, vai soar um tanto familiar para boa parte dos jogadores. O jogo trata das desventuras de Vayne Aurelius, um jovem recém-ingresso em Al-Revis, uma escola totalmente focada na arte da alquimia.

Na pele de Aurelius, o jogador não apenas irá confrontar monstros, mas também deverá participar de aulas sobre fundamentos de batalhas e também alquimia (sim, algo como uma Hogwarts). A idéia é conseguir levar à frente tanto a carreira acadêmica do herói quanto sua evolução pessoal, o que é feito através da construção e posterior melhoria de vários itens. Enfim, uma revisita merecida, e a prova de que o PS2 ainda é um nicho altamente lucrativo para RPGs clássicos.

Fonte de info: baixakijogos.com.br





Psp: Disgaea 2: Dark Hero Days

8 07 2009

Data de Lançamento: 8 de Setembro
Graças aos desígnios do perverso Zenon, o outrora tranquilo mundo de Veldime foi inexoravelmente destruído e espoliado por hordas de monstros ensandecidos. Mas não são monstros comuns. Uma maldição transformou todos os seres humanos em bestas. Cabe agora ao último remanescente da raça humana, Adell, confrontar Zenon e devolver a paz e a harmonia para Veldime.

Em Disgaea 2: Dark Hero Days você vai viajar através da vastidão de Netherworlds confrontando toda sorte de abominação criada pelos poderes malignos. As batalhas acontecem em uma espécie de tabuleiro em 3D, conforme você controla o seu personagens em manobras de movimentação, defesa e ataque.

Fonte de info: baixakijogos.com.br





Psp: Naruto Shippuden Legends: Akatsuki Rising

8 07 2009

Data de Lançamento: 29 de setembro
Naruto Shippuden Legends: Akatsuki Rising
Naruto Shippuden Legends: Akatsuki Rising, é o primeiro jogo de Naruto para o PSP a possuir toda a mecânica que os jogos para consoles de mesa possuem. Agora, será possível levar as aventuras do ninja de Konoha para qualquer lugar, percorrendo cenários e desafiando diversos ninjas no caminho, como nos jogos do PlayStation 2, PlayStation 3, Nintendo Wii e Xbox 360.

Como o nome sugere, este jogo se passa no período em que Naruto é adolescente, que é atribuído na aventura com o subtítulo Shippuden. Diversos personagens famosos das aventuras de Naruto dos animes televisivos estão presentes no título, e você pode realizar combates 2 a 2, aproveitando, inclusive, o mecanismo Ad-hoc do seu PSP para jogar com seus amigos.

Fonte de info: baixakijogos.com.br





Psp: Harry Potter e o Enigma do Príncipe

8 07 2009

Data de Lançamento: 30 de junho
É claro que o fato de o título trazer o nome “Harry Potter” incluso já é motivo mais que suficiente para que muita gente gaste seus valiosos tostões. Entretanto, dessa vez, parece que os bruxos de Hogwarts podem mesmo colocar algo além de notoriedade em um título de video game.

Sexto jogo da franquia iniciada pela Electronic Arts, Harry Potter e o Enigma do Príncipe deve seguir à risca a trama da obra de J. K. Rowling. Basicamente, Lorde Valdemort está de volta e fechando o cerco tantos aos bruxos quanto aos “trouxas”. É hora de se preparar para a batalha final. Entre as possibilidades, você poderá participar de duelos de magia, além de criar poções e se juntar a uma equipe do excêntrico esporte de bruxos, o Quadribol.

Fonte de info: baixakijogos.com.br





PSP: Dungeon Explorer

10 06 2009

Os fãs de um bom game “hack-and-slash” têm reclamado da ausência desses games no mercado nos últimos anos. Anh? Hack-and-o-quê? Simples, lembra dos clássicos Diablo e Diablo 2, ou quem sabe da mais recente série Untold Legends? Então, estamos falando dos games que lembram um RPG, porém um pouco menos complexo e com mais pancadaria. Pois bem, mais parece que a Sony ouviu aos anseios dos fãs desse estilo de game e está preparando o lançamento de mais um título nesse estilo, Dungeon Explorer.

Dungeon Explorer para o PSP fica mais fácil de ser compreendido se você já jogou algum dos games que foram citados acima, porém com algumas diferenças. Para começar, Dungeon Explorer é um game japonês que segue o estilo desses famosos games americanos de exploração de dungeons e masmorras. Além disso, pelos simples fato de ser japonês já dá para imaginar que esse game terá diferenças significativas não?

Como qualquer bom game de RPG japonês, mesmo que dessa vez esse seja um hack-and-slash, é necessária a presença de um belo estilo visual e de uma história mais rica (para não dizer complexa), senão esse não seria um jogo nipônico oras! Tanto que os únicos elementos que realmente são originais nos games do estilo Dungeon, são seus “geradores de inimigos”, que devem ser destruídos antes que mais vilões apareçam (algo muito semelhante a um bom game da velha guarda, conhecido por todos como Gauntlet).

Há outra “estranheza” no game. A campanha para um jogador é mais tratava como uma missão multiplayer, pois você não poderá pausar, o que não seria tão com o modo on-line do jogo, que por sua vez não existe (Esse é um dos pontos negativos dessa versão para PSP, pois sua contraparte para Nintendo DS têm multiplayer.)! Entretanto, uma vasta quantidade de missões e personagens promete compensar tais vacilos, tentando assim manter um nível de qualidade nesse novo game.

Outros aspectos interessantes surgiram junto com essa idéia de “orientalizar” um estilo ocidental. Você nunca estará longe de uma aventura, graças à “hub town”, um lugar onde você sempre encontrará um novo desafio ou missão para ser resolvida. Normalmente no modo single-player você terá um NPC à sua disposição, fazendo assim com que você não tenha que esperar muito até partir para a ação.

E assim, como qualquer game de RPG que se preze, é possível ver que um grupo balanceado é um grupo de sucesso. Existem três raças e seis classes gerais, para que você tenha como escolher qual o tipo de aventureiro combina com você. Só não se esqueça de realmente equilibrar seu grupo e de ter a certeza que cada uma cumprirá sua missão. Se você for o curandeiro, bom ficar ligado para curar seus aliados, se for um guerreiro saiba atacar e proteger seus amigos, e assim por diante.

Agora, resta esperar pelo lançamento desse título que promete matar a saudade dos bons tempos de games para “matar-pilhar e destruirrrr”!

Plataforma: Playstation 2
Data de Lançamento: 15/02/2008
Distribuída por: Hudosn
Desenvolvida por: Hudsom
Gênero: RPG
ESRB Rating (censura): Pendente
Nota: 7.7 / 10.0

Fonte de info: Playstation.com.br





PSP: Final Fantasy: Dissidia

7 06 2009

Antes de encerar o ano, algumas novidades surgiram no último evento de grande importância para o mundo dos games. No Japão, no último dia 23 aconteceu a Jump Festa. E nesse evento, se teve uma empresa que realmente se destacou, essa foi a Square-Enix, com uma vasta quantidade de novidades, como seus games já lançados no Japão que estão para vir para o ocidente e os que ainda serão lançados, como é o caso de Final Fantasy: Dissidia, mostrado pela primeira vez! Aqueles que freqüentaram o evento tiveram a oportunidade de testar o jogo para poder ter suas primeiras impressões sobre ele, tendo que enfrentar filas de por volta de uma hora!

Dissidia é um game de luta baseado nos personagens da franquia Final Fantasy, lembrando o velho e bom Ehrgeiz, que saiu para PS1 e para os velhos fliperamas, com diversos personagens de Final Fantasy VII. Porém Final Fantasy Dissidia nada tem a ver com Ehrgeiz, uma vez que o jogo está tão divertido que poderia muito bem se sustentar sem a necessidade dos personagens de Final Fantasy!

Dissidia se diferencia dos demais tradicionais games de luta graças ao seu estilo diferenciado de combate mano-a-mano. Os personagens têm movimento livre ao redor das grandes campos de batalha, e podem executar os mais diversos movimentos como pular, esquivar, rolar, etc. O jogo também tem uma função de trava (lock-on), para que você possa prender sua visão no adversário. Daí, você será encorajado a fazer os mais incríveis movimentos, como saltos em paredes, air dashes (corridas no ar) entre plataformas, onde você apenas precisará apertar triângulo para poder executar esses movimentos e assim alcançar outros pontos no estágio.

O sistema de luta de Dissidia é outro ponto bastante interessante, mas que realmente leva tempo para se acostumar. Você tem dois botões para atacar, sendo que ambos são utilizados em conjunto com o analógico, para assim criar as combinações de ataque que você utilizará em seus inimigos. Existem ataques que servem para roubar os movimentos do inimigo, que são feitos com o botão quadrado, que são conhecidos como “Brave”. Já os feitos com o círculo, utilizam o poder roubado para dar ataques físicos que diminuem o HP adversário.

Com isso, já deu para perceber que o jogo é um pouco mais do que apenas um game de luta. Tanto é que no final da batalha seu personagem recebe Gil e pontos de experiência, clássico de qualquer game da série Final Fantasy. Depois disso, você poderá ver, na tela de seleção de personagens, a lista de personagens e pontos de experiência que restam para que eles possam aumentar de nível, o que sugere um estilo de jogo com progressão de personagens num modo single-player, com personagens customizáveis. Na demonstração da Jump Festa, foi possível ver lutas com apenas um round, onde os jogadores puderam escolher personagens como Squall de Final Fantasy VIII, o “Guerreiro da Luz” de Final Fantasy I, Firion de Final Fantasy II ou Zidane de Final Fantasy IX. Além disso, a Square mostrou um trailer CG em seu Mega Teatro fechado, durante o evento, onde Tidus (Final Fantasy X) enfrentava Sephiroth (que dispensa apresentações, de Final Fantasy VII), o que é uma dica de mais personagens que poderão ser encontrados no game.

Agora, resta esperar pela data de lançamento desse que pode ser mais um dos grandes títulos da gigante Square-Enix.

Plataforma: PSP
Data de Lançamento: Não definida
Distribuída por: Square-Enix
Desenvolvida por: Square-Enix
Gênero: Luta
ESRB Rating (censura): Pendente
Expectativa: 9.0 / 10.0

Fonte dos vídeos: YouTube
Fonte de info: Playstation.com.br





The Legend of Zelda

5 06 2009

A renomada e respeitada série de aventura e ação, The Legend of Zelda, atravessou diversas gerações, chegando ao seu 12º título, com o lançamento de The Twilight Princess para Wii. Contando com personagens de mesmos nomes e características, inimigos e cenários repletos de fantasia e um enredo cheio de reviravoltas, o novo título traz os mesmos elementos que fizeram com que a série fosse tão aclamada pela crítica. Contudo, peca em um aspecto que parecia demorar a aparecer em uma série de tão longa data: a falta de novidades.

Para quem não sabe, The Legend of Zelda é uma franquia exclusiva da Nintendo que tem mais de 20 anos — e 47 milhões de unidades vendidas até hoje. Considerada por muitos uma das mais influentes e revolucionárias séries de video game, ela traz desde o primeiro game uma fórmula fadada ao sucesso: aventuras emocionantes, puzzles de quebrar a cabeça e muita ação.

Em sua trajetória, a franquia de Shigeru Miyamoto experimentou diversos consoles. Sua estréia aconteceu em 86 no NES (Nintendo Entertainment System), com The Legend of Zelda, trazendo inovações incríveis para a época, como a possibilidade de se carregar diversos itens e salvar seu progresso no cartucho. O pulo da série para o Super Nintendo aconteceu 6 anos mais tarde, com The Legend of Zelda: a Link to the Past. Trazendo os mesmos elementos que fizeram da série um sucesso, o game teve melhoras em sua mecânica e trouxe inúmeros itens novos, que mais tarde seriam usados nos títulos seguintes, como o hookshot.

No entanto, o grande passo da já consolidada franquia foi tomado em 199,8 com o lançamento de The Legend of Zelda: Ocarina of Time para o Nintendo 64. Sendo o primeiro jogo da série lançado para uma plataforma que suporta gráficos 3D, o título deu uma nova perspectiva à maneira de se jogar não só Zelda, como todo o gênero de ação/aventura. A sensação de liberdade, o modo novo de se desenhar quebra-cabeças e a forma como o protagonista combate seus inimigos são aspectos que Ocarina of Time apresentou ao mundo, os quais foram bastante copiados por outros jogos do gênero mais tarde.
Os principais elementos ainda se remetem aos jogos anteriores
Assim como na maior parte dos jogos da série, o jogador está, desta vez, na pele do jovem Link, que agora trabalha em uma fazenda no pacato vilarejo de Ordon. Porém, uma nova aventura começa quando seus melhores amigos são raptados e o herói, transformado em um lobo e levado a mundo estranho e amedrontador. Tal mundo recebe o nome Twilight Realm, onde são aprisionadas as almas das pessoas capturadas.
Link, então, conhece Midna, uma estranha criatura que o ajuda ao longo de sua aventura e se propõe a tirá-lo de lá. O enredo, apesar de soar estranho, possui os mesmos elementos das outras versões da série, no entanto muito mais extenso desta vez. Terminar o game é uma tarefa que leva em média 50 horas, tornando essa versão uma das mais longas de toda a série.

Diversos locais visitados em outros títulos de Zelda podem ser encontrados no game, como o pacato vilarejo Kakariko (que leva à entrada da perigosa Death Mountain) e o vasto Hyrule Field, proporcionando a sensação confortável ao jogador familiarizado com a série. Há ainda uma princesa chamada Zelda, como sempre, que precisa de ajuda para salvar seu reino das forças do mal. Apesar de todas essas semelhanças, o jogo se passa cerca de 100 anos após os eventos ocorridos em Ocarina of Time, sendo Link e a princesa Zelda outros que não os do aclamado título do Nintendo 64.

Um herói literalmente animal

Quem já teve a oportunidade de jogar algum game em plataforma 3D da série provavelmente deve se perguntar como diabos o controle do Wii funcionaria em um jogo tão tradicional. De fato, há mudanças, entretanto a experiência final acaba por ser bastante semelhante. Os ataques de Link agora são realizados através de movimentos do controle sensível a movimentos, do Wii. Com movimentos diferentes, obtêm-se ataques diferentes.

O recurso, exclusivo do console da Nintendo, também é requisitado no uso de certos itens. O estilingue e o bumerangue, por exemplo, agora têm um novo sistema de mira muito mais simples, que consiste no simples apontar do controle ao sensor do videogame. Há ainda outras utilidades mais específicas, como no caso da pescaria, em que o jogador deve simular o movimento do puxar da vara para conseguir pegar um peixe preso na isca, trazendo realismo à experiência e, por vezes, fazendo até com que você se sinta realmente pescando.

Outra grande novidade do game é a forma de lobo que Link assume ao entrar no Twilight Realm. Ao se transformar no animal, o protagonista corre mais rapidamente e tem a possibilidade de cavar buracos em determinados lugares para alcançar áreas que não podem ser alcançadas na forma de humano. O fato de se ter que jogar por tanto tempo como um animal pode parecer frustrante para os entusiastas da série, no entanto essa sensação logo desaparece ao descobrir o quão bem feito o personagem é como canino.

Com a ajuda de Midna, cujos poderes funcionam apenas no Twilight Realm, Link em sua forma animal tem a possibilidade de realizar ataques especiais, se teletransportar e chegar a lugares altos ou distantes demais para serem alcançados normalmente. Outro recurso de Link, quando transformado em lobo, é o comando “sense”, o qual permite ao personagem perceber coisas através do instinto. Portanto, o jogador pode achar inimigos e personagens que não encontraria normalmente.

Link, em sua forma humana, não é muito diferente das versões anteriores. Os ataques básicos são bastante parecidos com os dos outros títulos da série, porém, às vezes, respondem de forma aleatória aos movimentos realizados com o Wii Remote e o Nunchuk. Todavia, há a possibilidade de se aprender golpes novos com um guerreiro antepassado em forma de lobo, aumentando bastante o seu leque de ataques. Diversos itens das outras versões também foram mantidos, e o eficiente sistema de acesso a eles é semelhante ao dos seus antecessores; é possível usar o estilingue e as Iron Boots, por exemplo, com um simples toque no direcional.

Assim como em Ocarina of Time e Majora’s Mask, Link conta com sua companheira fiel, Epona, uma égua amigável e muito útil para cruzar o vasto Hyrule Field, o principal campo de acesso aos principais lugares do jogo. Desta vez, é possível combater montado na égua, utilizando a espada para enfrentar os inimigos. A despeito disso, na maior parte das vezes é muito mais fácil simplesmente atropelar seus oponentes ao invés de combatê-los com a espada. É possível também chamar Epona e outros animais através de uma planta específica que funciona como um instrumento musical de sopro, recurso bastante semelhante à ocarina de Ocarina of Time.

O vasto mundo de Hyrule

Os extensos campos de Hyrule foram mantidos em Twilight Princess, assim como o pequeno vilarejo situado na floresta, a cidade de Hyrule, a Death Mountain e o vilarejo Kakariko, todos com nova cara e habitantes (a despeito das raças características de cara área continuarem sendo iguais). No geral, o universo no qual a série se passa não mudou muito, ganhando apenas novos aspectos e arte, o que faz com jogador que já experimentou os outros games da série sentir-se muito familiarizado.

Os templos também seguem a mesma linha, contendo puzzles com a mesma fórmula que fez sucesso em Ocarina of Time. Portanto, prepare-se para utilizar chamas e acender tochas, queimar teias de aranha ou explodir pequenas rachaduras para abrir passagens secretas. Desta vez, contudo, há quebra-cabeças mais complicados, que exigem tanto a forma humana de Link quanto sua forma de lobo, fazendo o jogador alternar entre as 2 diversas vezes até desevendar um determinado segredo.

Os sons ainda valem mais que mil palavras

A franquia The Legend of Zelda sempre foi famosa pela trilha sonora e pelos sons que sucediam a descoberta de itens importantes, ou não tão importantes assim. No novo título, grande parte deles foi mantida, sendo possível ouvir a clássica música que toca quando baús contendo itens de importância são abertos, ou quando um puzzle em determinada área é resolvido, por exemplo. Estes efeitos já são praticamente uma narração do que se passa no jogo, sendo reconhecidos até por quem pouco experimentou as versões anteriores da série.

Assim como nos títulos anteriores, em Twilight Princess não há vozes promovendo o diálogo, apenas exclamações ou manifestações verbais de dúvida, por exemplo. A única excessão neste caso é Midna, que apresenta diálogo verbal, porém em uma língua irreconhecível. Apesar das legendas apresentarem todas as falas dos personagens, nem uma única palavra do protagonista é representa em forma de diálogo, seja de modo verbal ou escrito.

Apesar das limitações, o trabalho artístico é de tirar o chapéu

É difícil falar dos gráficos de Twilight Princess sob uma perspectiva técnica, pois a capacidade do Wii neste aspecto é bastante limitada em relação aos outros consoles contemporâneos (Xbox 360 e PS3). Pode-se dizer, então, que eles não apresentam um aspecto negativo no game. Para os fãs da série, os gráficos do game são mais do que suficientes para garantir a diversão.

O título acaba ganhando mérito no aspecto gráfico por conta do incrível desenho dos personagens, além dos cenários e seus elementos. Os personagens são bastante coloridos, possuem figurino interessante e são animados o suficiente para permitirem que o jogador perceba suas emoções nas cutscenes (mesmo Link em sua forma de lobo deixa representa suas emoções através de expressões faciais).

Além disso, o clima sombrio que o Twilight Realm traz com seus portais construídos em quadrados traz um aspecto computadorizado à estética do game. Link, ao entrar nesses portais, é desconstruído em quadrados e reconstruído ao chegar ao seu destino, dando um toque de tecnologia contemporânea ao clima épico no qual o jogo se passa.

Alusão ou cópia?

Uma das principais falhas do game são os controles, que não funcionam sempre da forma como você deseja, principalmente ao se manejar a espada. Os golpes simulados pelo jogador com o Wii Remote e o Nunchuk em mãos nem sempre são interpretados da maneira correta pelo game. Portanto, um simples chacoalhar aleatório destes se torna o suficiente para se vencer os inimigos.

O título foi bastante criticado pela ausência de vozes dubladas nas falas dos personagens, o que não é necessariamente ruim. Todos sabemos que a tecnologia atual permite a adição de vozes reais e que diversos artistas famosos estariam dispostos a dublar os fantásticos personagens da série. Porém, o método usado é um quesito tão marcante da série que, se retirada, descaracterizaria um elemento importante do game. Além do mais, as legendas, aliadas às incríveis expressões faciais dos personagens, se mostram mais do que suficientes para imergir o jogador no excelente enredo do jogo.

The Legend of Zelda Twilight Princess foi bastante criticado por conta de sua enorme semelhança aos títulos anteriores da franquia. Para o jogador que procura algo completamente diferente e inovador, a experiência que este título proporciona é decepcionante, ao menos a princípio. Mas para entusiastas da série ou fãs de títulos anteriores isolados (principalmente do aclamado Ocarina of Time) esta versão é bastante recomendada, pois traz os mesmos elementos que fizeram da série um sucesso: um enredo muito bom, personagens e cenários extremamente cativantes e quebra-cabeças com dificuldade na medida certa.

O que você achou do texto ?

Fonte do Texto:baixakijogos.ig.com.br





PSP: Yggdra Union

20 05 2009

Para os fãs da estratégia!

Yggdra Union é mais um game da safra de jogos incríveis que quase ninguém conhece! O título foi originalmente lançado para Game Boy Advance e foi um hit de sucesso lá nas bandas da terra do Sol nascente. Agora a Atlus está repetindo o feito de relançar um de seus maiores títulos portáteis para o portátil da Sony (assim como já aconteceu com Riviera), em uma versão com algumas melhorias e em widescreen!

O enredo é simples, onde a princesa Yggdra está fugindo de soldados que desejam dominar seu reino e seus exércitos terão que proteger a base da justiça, a espada sagrada Holy Sword (lembra rei Arthur não?). O fato realmente interessante nesse game é seu estilo de jogo e a jogabilidade. Em Yggdra Union você encontrará um game de RPG e estratégia que tem todas suas funções ditadas por cartas! Essas por sua vez levam todos os status como poder de ataque, habilidades especiais e até movimentos mais complexos que poderão ser executados por todos os integrantes de seu exército! As batalhas também acontecem de forma interessante. Primeiramente você deverá mover suas tropas em direção a uma unidade inimiga em mapas menores. Ao encontrá-los, você deverá apartar quadrado para que você possa entrar no modo de combate, onde você poderá visualizar a ordem dos turnos, informação sobre unidades adversárias e até mesmo um grau de probabilidade de vitória (É mole?), sendo um círculo duplo quando a vitória for mais provável e um X quando for mais complicado!

Quando você perde uma batalha, você perder “moral” e se sua moral acabar, suas tropas desaparecerão do mapa, o que tornará seu exército “morto”! Agora, quando você vence a coisa muda de figura! Você aumentará os atributos de suas cartas quando você vence! Já sua moral poderá ser restabelecida quando você usa itens entre os estágios de batalha. Durante as batalhas, ao pressionar o botão L, você terá acesso a um menu para acessar as informações da sua unidade, dos seus objetivos e demais informações estatísticas sobre o campo de batalha. As informações também são peça-chave para vencer, já que todas as vezes que a batalha acabar, o vencedor receberá cartas para expandir seu deck, e uma vez que as cartas usadas permanecem no deck, você poderá montar novos e melhorados decks para as próximas batalhas!

Também é possível utilizar de ataques especiais durante combates utilizando a barra de skill (perícia) que vai enchendo na medida em que a batalha progride. Você poderá selecionar diferentes poderes segurando o direcional para esquerda ou direita e você irá ganhar novos com o tempo ou poderá também se defender, o que aumenta a barra de skill com mais velocidade, mas ao fazer isso você perderá um pouco do seu poder de ataque. Só tome cuidado com a barra de “fúria” dos inimigos! Ela aumenta na medida em que você ataca, e como acontece com sua barra de skill, eles também terão acesso a ataques especiais e melhorias em suas habilidades quando a barra estiver cheia, por isso fique sempre esperto!

E ainda não chegamos ao ponto mais fantástico desse ótimo game, a arte! O jogo funciona em boa parte com artes 2D e o incrível traço de Satoko Kiyuduki e de Nobuhiko Matsumura. O visual do jogo é simplesmente fantástico, e lembre-se que estamos falando de um game que veio do GBA! Em maior resolução (graças à tela do PSP) o resultado é ainda mais incrível! Tudo no jogo conta com um impressionante nível de detalhes, o que torna Yggdra Union interessante de jogar e ver.

Resta agora esperar ansiosamente pelo lançamento desse título! Com mecânicas de batalha tão únicas e com tamanho trabalho de arte, Yggdra Union consegue deixar suas pequenas falhas (como ao fraco áudio) despercebidas! Se você é um fã de RPG e estratégia, esse jogo é para você!

Plataforma: PSP
Data de Lançamento: 16/09/2008
Distribuída por: Atlus
Desenvolvida por: Sting
Gênero: RPG / Estratégia
ESRB Rating (censura): Pendente
Expectativa: 9.0 / 10.0

Fonte de vídeo: YouTube
Fonte de info: playstation.com.br





PSP: Kingdom Hearts: Birth by Sleep

20 05 2009

Como tudo começou (e informações sobre o combate do jogo).

Desde a Tokyo Game Show do ano passado que os fãs de Kingdom Hearts têm estado ansiosos! Não era para menos, no evento do ano passado a Square-Enix anunciou dois novos título da franquia que uniu os personagens da Disney com os da Square-Enix em aventuras empolgantes e repletas de ação. Um desses jogos está a caminho dos portátil da Sony e desde a DK Sigma 3173 (evento da própria Square-Enix, que aconteceu a um bom tempo) que não temos novas informações sobre Kingdom Hearts: Birth by Sleep. Mas, graças à TGS 2008 foi possível ver, com mais detalhes, a jogabilidade e o fato que Kingdom Hearts fica cada vez melhor!

O jogo se passa anos antes da história do primeiro Kingdom Hearts, e nos primeiros trailers (que não somente saíram na impressa como também estavam presentes na versão especial de Kingdom Hearts 2, como um final especial) foi possível ver que esse game acontece no período da Guerra da Keyblade. Entretanto, durante a TGS 2008 foi possível ver que Maleficent, rainha do Mundo Encantado (terra da Bela Adormecida) também será uma antagonista de bastante influência no jogo. O trailer da convenção mostrou diversas cenas com ela, e a demo jogável, que se passava no Mundo Encantado, reforçou tal idéia.

Você inicia jogando com Terra, um novato no universo do jogo. A fase inicial da demonstração já iniciou com uma boa quantidade de combates contra um novo tipo de inimigo, os unbirths, pequenas criaturas como os heartless, porém que surgem em diversas formas. Os mais comuns são os de coloração em um tom azul bem escuro, mas a demo nos mostrou um tipo de unbirth morcego e outros semelhantes a caldeirões com asas. Os métodos de ataque são semelhantes aos dos games anteriores da série, onde com o botão “circulo” você poderá desferir golpes e movimentos com sua keyblade, com o “quadrado” você poderá bloquear ataques e com “X” você pula. Já o “triângulo” servirá para poderes mágicos ou outras ações, como beber porções, sendo que você poderá navegar pelas opções através do direcional.

A novidade está em uma nova barra que vai sendo preenchida na medida em que você desfere golpes em seus adversários. Quando a barra estiver preenchida, você poderá entrar em diversos modos de combate, e com eles você poderá ter acesso a diferentes tipos de poder. Um exemplo é o “fatal mode”, modo utilizado na demonstração, onde os ataques do jogador estavam mais poderosos! E você poderá ainda aumentar os níveis dos modos, onde o terceiro nível do fatal mode já permitia ataques múltiplos combinados com uma rajada de fogo, sendo que todos esses movimentos eram executados com simples pressionadas no “circulo”! Outro tipo de modo visto foi o “Fire blazer”, que assim como já deu para perceber pelo nome, fazia com que a keyblade de Terra emanasse fogo, permitindo ataques elementares e interessantes combos aéreos.

Como já deu para perceber, o estágio disponível na demonstração era voltado para o combate do jogo. No final da demo era possível enfrentar um chefão, um gigante mecânico que lançava disparos com um tipo de canhão em uma mão e com uma roda espinhosa em outra. Tal chefão ainda conseguia lançar uma espécie de paralisia, que congelava o protagonista até que o botão “circulo” fosse apertado diversas vezes para que o herói conseguisse se libertar. Pena que o chefão era só uma aperitivo na demonstração, sendo derrotado rapidamente, para deixar um gostinho de “quero mais” no ar, já que a demonstração acaba logo após ele (uma pena).

Entretanto a Square-Enix liberou uma segunda demonstração, onde era possível jogar com outro protagonista, Ventus, um garoto realmente parecido com Roxas (que também será o protagonista de Kingdom Hearts 358/2 Days, para Nintendo DS)! O estágio dessa demonstração, entretanto, se passava no universo da Cinderela, o Castelo dos Sonhos, e incluiu mais elementos de plataformas e puzzles (quebra-cabeças). Mas é claro que foi possível utilizar a “estranha” keyblade de Ventus para destruir alguns inimigos em formato de robôs, que saltitavam pelo estágio, outros caldeirões alados, alguns monstrinhos que lembravam coelhos com nariz azulados e outro tipo de unbirth, com olhos vermelhos nada amigáveis.

Já com Ventus os modos especiais de ataque eram um tanto diferentes. Com o “speed race” era possível atacar com golpes rápidos, e apertando rapidamente o botão de ataque, ao alcançar o terceiro nível do speed mode, era possível até lançar raios nos adversários mais próximos! Só que esse não era o modo mais interessante e poderoso de Ventus. O “cyclone mode” permitiu que todos vissem um modo de quarto nível, que desferia um tufão mortal, destruindo todos os unbirth que estavam no caminho do protagonista em questão de segundos! Para os mais saudosistas, em certo ponto desse estágio, Ventus tem seu tamanho reduzido ao de um ratinho, para poder “alcançar” certas partes da fase, necessitando da percepção e criatividade de quem joga. Em certo ponto, por exemplo, o jogador tinha que saltar em um garfo próximo a um muro, como um trampolim, para conseguir chegar a uma altura de difícil acesso. O chefão desse estágio era Lúcifer, o gato da história da Cinderela.

O que decepciona é que a Square-Enix ainda está segurando a data de lançamento. Tudo o que eles revelaram até então é que o jogo sai em 2009, mas nenhuma pista de quando. Apesar de pouco ainda ter sido pouca a quantidade de informações reveladas, tais demonstrações já foram mais que suficientes para garantir uma coisa, Kingdom Hearts: Birth by sleep será tão bom quanto os demais games já lançados da série (se é que não conseguirá ser ainda melhor!). Resta-nos agora curtir um pouco mais dos vídeos e aguardar por informações mais precisas e a tão esperada data de lançamento.

Plataforma: PSP
Data de Lançamento: a ser anunciada em 2009
Distribuída por: Square-Enix
Desenvolvida por: Square-Enix
Gênero: Ação / RPG
ESRB Rating (censura): Pendente
Expectativa: 10.0 / 10.0

Fonte de vídeo: YouTube
fonte de info: playstation.com.br








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